O novo momento das relações comerciais entre o Ceará e os países de língua portuguesa foi pauta de discussões durante um almoço realizado na última segunda-feira, dia 1, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec). O encontro reuniu os representantes das Câmaras de Comércio Brasil-Portugal e Brasil-Cabo Verde, e da Câmara Brasil-Angola, que está em processo de constituição, e contou com as presenças dos presidentes da Fiec, Roberto Macedo, do Sebrae/Ceará, Carlos Cruz, do Centro Internacional de Negócios do Ceará (CIN /CE), Eduardo Bezerra, e do Conselho de Câmaras Portuguesas no Brasil, Romulo Alexandre Soares.
Durante o almoço, foi reforçado o papel do Ceará como importante base de negócios entre os países de língua portuguesa, relações essas já consolidadas com Portugal e em uma fase de notório crescimento com os países da África, em especial os lusófonos. O sucesso de iniciativas recentes, como a realização em Fortaleza do V Encontro Empresarial de Negócios na Língua Portuguesa, em setembro de 2009, e da X Reunião de Ministros do Trabalho e Assuntos Sociais da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), no final de fevereiro, demonstram que as tendências de mercado apontam para uma ampliação na possibilidade de geração de negócios entre o Brasil, em especial o Ceará, e mercados emergentes, util izando a Língua Portuguesa como diferencial.
“Para tirarmos bom proveito desta nova realidade, será fundamental essa aproximação e uma maior integração entre as Câmaras de Comércio para construirmos um plano de ações conjuntas e participarmos ainda mais da CPLP”, destacou Jorge Chaskelmann, presidente da Câmara Brasil-Portugal no Ceará (CBP-CE), ressaltando o papel de entidades como a Fiec e o Sebrae.
O presidente da Fiec, Roberto Macedo, garantiu o apoio irrestrito da Federação à causa, citou exemplos positivos de negócios firmados nos últimos anos e designou o Centro Internacional de Negócios (CIN/CE) como agente articulador de ações. Para o superintendente do Sebrae/CE, Carlos Cruz, é preciso uma mudança de conceito. “Ao invés de pensarmos as câmaras como entidades de comércio, devemos ampliar esse foco e trabalhá-las como fomentadora de negócios”, reforçou Cruz. Já o presidente da Ceará Trade Brasil e representante da Câmara de Comércio Brasil-Angola, Roberto Marinho, apresentou as últimas notícias a respeito da nova entidade e pontuou aspectos econômicos do potencial do mercado angolano para a presenç ;a de empresas cearenses no país africano e da captação de investimentos angolanos para o Ceará.
Ao final, algumas ações pontuais mais emergenciais foram discutidas, como o lançamento em abril da Câmara de Comércio Brasil-Angola no Ceará, e uma articulação em torno da visita ao Brasil do Secretário Geral do Conselho da CPLP, Francisco Mantero.
Durante o almoço, foi reforçado o papel do Ceará como importante base de negócios entre os países de língua portuguesa, relações essas já consolidadas com Portugal e em uma fase de notório crescimento com os países da África, em especial os lusófonos. O sucesso de iniciativas recentes, como a realização em Fortaleza do V Encontro Empresarial de Negócios na Língua Portuguesa, em setembro de 2009, e da X Reunião de Ministros do Trabalho e Assuntos Sociais da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), no final de fevereiro, demonstram que as tendências de mercado apontam para uma ampliação na possibilidade de geração de negócios entre o Brasil, em especial o Ceará, e mercados emergentes, util izando a Língua Portuguesa como diferencial.
“Para tirarmos bom proveito desta nova realidade, será fundamental essa aproximação e uma maior integração entre as Câmaras de Comércio para construirmos um plano de ações conjuntas e participarmos ainda mais da CPLP”, destacou Jorge Chaskelmann, presidente da Câmara Brasil-Portugal no Ceará (CBP-CE), ressaltando o papel de entidades como a Fiec e o Sebrae.
O presidente da Fiec, Roberto Macedo, garantiu o apoio irrestrito da Federação à causa, citou exemplos positivos de negócios firmados nos últimos anos e designou o Centro Internacional de Negócios (CIN/CE) como agente articulador de ações. Para o superintendente do Sebrae/CE, Carlos Cruz, é preciso uma mudança de conceito. “Ao invés de pensarmos as câmaras como entidades de comércio, devemos ampliar esse foco e trabalhá-las como fomentadora de negócios”, reforçou Cruz. Já o presidente da Ceará Trade Brasil e representante da Câmara de Comércio Brasil-Angola, Roberto Marinho, apresentou as últimas notícias a respeito da nova entidade e pontuou aspectos econômicos do potencial do mercado angolano para a presenç ;a de empresas cearenses no país africano e da captação de investimentos angolanos para o Ceará.
Ao final, algumas ações pontuais mais emergenciais foram discutidas, como o lançamento em abril da Câmara de Comércio Brasil-Angola no Ceará, e uma articulação em torno da visita ao Brasil do Secretário Geral do Conselho da CPLP, Francisco Mantero.
Redação: Rodrigo Coimbra (MG 10008 JP)
Jornalista Responsável: Mauro Costa (CE 01035 JP)
AD2M Engenharia de Comunicação (55 85) 3258.1001
Fonte: CBP-CE em 03.03.10
Jornalista Responsável: Mauro Costa (CE 01035 JP)
AD2M Engenharia de Comunicação (55 85) 3258.1001
Fonte: CBP-CE em 03.03.10
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