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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Rota marítima Cabo Verde!

Rota marítima Cabo Verde-Ceará - Inaugurada em Outubro



Brasil e Cabo Verde poderão celebrar novos negócios a partir de Outubro, com a inauguração da rota marítima e comercial que ligará o Ceará ao nosso país. Com esta linha, o tempo de trânsito entre aquele estado brasileiro e Cabo Verde cairá para mais de metade, abrindo as portas para o incremento das trocas comerciais entre as duas margens do Atlântico. As autoridades nacionais – Cabo Verde Investimentos e Câmaras do Comércio - conhecem o projecto, mas não confirmam a data do início das operações. Já o embaixador do Brasil no arquipélago limita-se a dizer que o processo “avança bem”.










João Padilha está optimista porque, afirma, o projecto de ligação marítima entre Cabo Verde e Brasil está bastante avançado. Este é, aliás, um dos assuntos que estará em cima da mesa na reunião agendada para depois das férias de Verão, em que as autoridades cabo-verdianas e a Embaixada do Brasil na Praia irão discutir todas as oportunidades de investimento que o nosso país apresenta para os empresários brasileiros.

No encontro que será promovido em parceria com o Ministério das Relações Exteriores “vamos reflectir junto com as autoridades cabo-verdianas sobre os motivos por que as oportunidades que o país apresenta não são bem aproveitadas pelos empresários brasileiros”, diz Padilha, para quem é preciso “descobrir o que inibe estes operadores. Iremos ouvir os diferentes sectores, incluindo os privados que já cooperaram ou tiveram ligações com os seus pares do Brasil”.


Em relação à linha marítima que será inaugurada em Outubro, de acordo com o site http://portosenavios.com.br, já estão duas companhias de navegação europeias de médio porte a disputar a rota. Roberto Marinho, secretário-executivo da Câmara do Comércio Exterior do Ceará (CCE), explica que optaram por contratar empresas de médio porte porque o volume de cargas, pelo menos na primeira fase, não será muito grande.


A expectativa do Brasil é, a partir de Cabo Verde, poder enviar os seus produtos para a África do Sul, Angola, Guiné-Bissau, Senegal, Moçambique e São Tomé e Príncipe. Daí ainda estarem em discussão duas possíveis rotas, sendo uma Cabo Verde-Ceará-Cabo Verde e a outra Espanha-Portugal-Cabo Verde-Ceará.


Marcas Ceará


Uma das marcas cearenses que já acredita na viabilização da rota comercial para Cabo Verde é a Pomar da Polpa. “Temos potencial para exportar oito a dez toneladas por mês. Segundo as nossas estimativas, em um ano podemos chegar a 20 toneladas mensais. Já foram feitos contactos com importadores, inclusive um dos compradores montou uma distribuidora para receber e distribuir a polpa de fruta em Cabo Verde”, afirma o director comercial da Pomar, Mário Maio.


cooperação entre o Ceará e Cabo Verde tem o Sebrae-CE como principal impulsionador, entidade que está empenhada em fortalecer a parceria comercial entre o Brasil e alguns países africanos, afirma a responsável de Acesso a Mercados, Mónica Tomé. “Faz três anos que trabalhamos em cooperação com as entidades de Cabo Verde, para estimular uma relação bilateral. Tendo em conta o facto de alguns produtos que vão ser exportados serem perecíveis, o transporte marítimo não pode ser superior a 10 dias”.


FONTE:  A Semana

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A importância da CCE Comissão de Comércio Exterior do Ceará nas Relações Internacionais.


  
O mundo vive desde os atentados de 11 de setembro de 2001 e a Crise Mundial de 2008, uma mudança significativa no tabuleiro das relações internacionais. Antigos propulsores do comércio internacional passaram a ter menor significado e atores com menos importância num passado recente, se tornaram pujantes e consumidores vorazes.


 Do lado brasileiro, a luta contra a inflação, juros altos, deficiência de infra estrutura, burocracia excessiva, gargalos de logística, pouca cultura internacional, faz crer que praticar o comércio internacional é coisa só para grandes, dado sua complexidade e riscos.

No Ceará temos a localização geográfica favorável, portos em modernização e ampliação; estamos no centro das atenções na Região Nordeste que é a que mais cresce em nosso país e atraimos em função disto, muitos investimentos nacionais e internacionais. Temos igualmente muitos desafios a superar e a união de esforços e competências é essencial para vivenciarmos este momento de crescimento com o máximo de resultados para os negócios e para a sociedade.

É neste contexto que assumimos a CCE - Comissão de Comércio Exterior do Ceará, representando a Câmara Brasil Portugal Ceará e a Câmara Brasil Angola Ceará. A CCE tem por missão integrar as entidades participantes, visando o fomento dos negócios internacionais do Estado, com foco no desenvolvimento da cultura exportadora. Em vias de completar 12 (Doze) anos de atuação e com a experiência das 14 (Catorze) entidades participantes, conseguimos discutir e propor soluções às necessidades da cadeia exportadora do Ceará, mas também ampliamos e geramos oportunidades para os vários segmentos e destinos mundiais.

Vamos agora focar fortemente na articulação entre o parlamento, governos, orgãos anuentes, de controle, entidades de fomento às exportações e empresas, de forma que possamos incrementar as exportações através do conhecimento e racionalização de processos, bem como estratégia, acesso a mercados e informação. Iremos investir fortemente na formação de uma rede de relacionamento nacional e internacional com credibilidade e que possibilite destravar alguns processos, gerar sinergia entre todos e criar um caminho rumo a inserção internacional e crescimento da participação cearense no mercado global.

O Estado do Ceará carece de um pensamento internacional, de ações coordenadas no âmbito mundial, dai que a CCE está cada vez mais se transformando em referência no assunto, através da integração das ações e dos agentes participantes da cadeia exportadora e importadora. A CCE tende a ser mola propulsora de desenvolvimento internacional para o Estado, dado a expertise de seus participantes, a disposição em transformar a realidade atual e as reais condições de atuar na articulação entre os vários segmentos.

Nossa experiência com as Câmaras de Comércio, nos faz crer que no Brasil, a Câmaras bilaterais tornaram-se relevantes para economia nacional, no auxílio do desenvolvimento do país bem como dos seus representados. Toda essa força será utilizada em prol do desenvolvimento de uma estratégia que se convencionou chamar de Paradiplomacia comercial, onde uma grande articulação se forma em torno de um objetivo único que neste caso é aumentar a inserção internacional do Estado do Ceará.

A CCE trabalha forte na concretização de uma linha marítima direta entre o Brasil (Ceará) e Cabo Verde. Esta linha que será anunciada em breve, selará a viabilização de acordos anteriormente celebrados e permitirá um fluxo crescente de intercâmbio de produtos e serviços do Nordeste brasileiro com a África através de Cabo Verde. Outra importante iniciativa é o Exporta + marítimo que avança, já dá sinais de viabilidade e trará um grande contributo às exportações das pequenas e médias empresas. Também o Prêmio Exportador do Ano, entregue pela CCE que tem como objetivo estimular as empresas cearenses, dos mais diversos segmentos da economia, a enfrentarem o desafio da exportação, mediante o reconhecimento público daquelas que mais se destacaram por sua atuação no mercado internacional.

Com essa força tarefa a serviço das relações internacionais, a comunidade empresarial consegue um forte aliado para seus empreendimentos globais; os Governos têm a seu dispor um grupo pensando e propondo ações, participando das soluções e gerando oportunidades; os Investidores encontram um campo fértil para seus projetos, que reflete em aumento de investimentos, de postos de trabalho, de divisas internacionais, de turismo de negócios e lazer e gera um círculo virtuoso.

Temos a plena convicção que a CCE contribuiu e contribuirá de forma determinante para uma maior visibilidade do Ceará e das empresas Cearenses mundo afora e que como consequencia bons ventos soprarão no mar do Ceará, escoando nossos produtos e transformando nossos sonhos em realidade.


Roberto Marinho
Secretário Executivo CCE – CE
Presidente Câmara de Comércio Brasil Angola - CE

 Publicado na Revista Brasil - Portugal no Ceará - 11° Edição - Abril-Maio-Junho de 2012.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Por que exportar?

Os avanços da tecnologia permitem comunicações imediatas com as mais distintas regiões do planeta, possibilitando que os mais diversos negócios sejam efetuados, diariamente, com empresas de variados e distantes países. No passado, a...

Os avanços da tecnologia permitem comunicações imediatas com as mais distintas regiões do planeta, possibilitando que os mais diversos negócios sejam efetuados, diariamente, com empresas de variados e distantes países. No passado, a indústria nacional era protegida por barreiras que hoje já não existem.

Isso faz com que empresas estrangeiras possam vir concorrer com as empresas brasileiras dentro de nosso próprio país.

A internacionalização leva ao desenvolvimento da empresa, pois a obriga a modernizar-se, seja para conquistar novos mercados, seja para preservar as suas posições no mercado interno.

Neste sentido, o comércio exterior adquire cada vez mais importância para o empreendedor que queira realmente crescer, assim como para a economia brasileira, mediante o ingresso de divisas e geração de emprego e renda.

Diversificação de mercados

A estratégia de destinar uma parcela de sua produção para o mercado interno e outra para o mercado externo permite que a empresa amplie sua base/carteira de clientes, o que significa correr menos riscos, pois, quanto maior o número de mercados ela atingir, menos dependente ela será.

A diversificação de mercado permite, ainda, que a sazonalidade do produto seja eliminada, isto é, uma empresa que fabrica produtos voltados para o clima frio, poderá produzí-los o ano inteiro, porque terá diferentes mercados onde vendê-los, e não dependerá somente das estações nacionais.

Aumento da produtividade

Quando uma empresa começa a exportar, sua produção aumenta numérica e qualitativamente. Isso ocorre devido a redução da capacidade ociosa existente, que é obtida por meio da revisão dos processos produtivos.

Com o aumento da produção, naturalmente, aumenta também a capacidade de negociação para a compra de matéria-prima. Com isso, o custo da fabricação das mercadorias tende a diminuir, tornando-as mais competitivas e aumentando a margem de lucro.

Melhora da qualidade do produto

Outra vantagem bastante perceptível é a melhoria da qualidade do produto. Esta também tende a aumentar, pois a empresa tem que adaptá-lo às exigências do mercado ao qual se destina, o que a obriga a aperfeiçoá-lo.

Ao ingressarem no mercado internacional, as empresas adquirem tecnologia, pois os países desenvolvidos exigem dos seus fornecedores normas e procedimentos que, com o tempo, são internalizadas e passam a ser rotineiras e, assim, todos os seus negócios posteriores com o exterior, ou com o mercado interno serão feitos dentro dessas normas.

Dica

A interação com novos mercados propicia o acesso a novas tecnologias.

As empresas exportadoras passam a adotar programas de qualidade e a desenvolver testes em seus produtos, passando a implantar mecanismos que garantam sua qualidade, para evitar problemas com os importadores, e até uma possível devolução da mercadoria.

Diminuição da carga tributária

As empresas que exportam podem utilizar mecanismos que contribuem para uma diminuição dos tributos que normalmente são devidos nas operações no mercado interno, são chamados de Incentivos Fiscais.

Os Incentivos Fiscais são benefícios destinados a eliminar os tributos incidentes sobre os produtos nas operações normais de mercado interno.

Quando se trata de uma exportação, é importante que o produto possa alcançar o mercado internacional em condições de competir em preço e, por isso, ela pode compensar o recolhimento dos impostos internos:

* IPI - Os produtos exportados não sofrem incidência do Imposto Sobre Produtos Industrializados;
* ICMS - O Imposto Sobre circulação de Mercadorias e Serviços não incide sobre operações de exportações de calçados;
* COFINS - As receitas decorrentes da exportação, na determinação da base de cálculo da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social são excluídas;
* PIS - As receitas decorrentes da exportação são isentas da contribuição para o Programa de Integração Social;
* IOF - As operações de câmbio vinculadas à exportação (serve também para outros bens e serviços) têm alíquota zero no Imposto sobre Operações Financeiras.

Melhoria da empresa

Geralmente, quando uma empresa passa a exportar ela obtém melhoras significativas, tanto dentro da empresa (novos padrões gerenciais, novas tecnologias, novas formas de gestão, qualificação da mão de obra, agregação de valor à marca) quanto fora (melhoria da imagem: frente a clientes, fornecedores e concorrentes).

Ao tornar-se uma empresa exportadora, a sua imagem muda. O seu nome e a sua marca passam a ser uma referência em relação à concorrência, e ela passa a ser vista como uma empresa de produtos de qualidade.

Os compradores no exterior são bastante exigentes, e tanto os clientes quanto os fornecedores sabem que a empresa que está exportando consegue colocar seu produtos no exterior graças ao seu esforço em se tornar mais competitiva.

A empresa passa a gerar novos empregos, devido o aumento da produção, e os funcionários passam a sentir orgulho de trabalhar em uma empresa que exporta seus produtos.

Fonte: Aprendendo a Exportar

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

A importância da rota Brasil (Ceará) – Cabo Verde


A vontade, senso de oportunidade, persistência e muita articulação foram decisivos na vitória da luta pela Rota Marítima regular entre os Portos do Ceará e os de Cabo Verde com vistas às exportações do Nordeste para a África, que será anunciada no próximo dia 10 de agosto, no evento “Canal aberto: Cabo Verde como HUB para a África”, que acontecerá na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec).
Fruto de estratégias e de uma ampla negociação que remonta ao ano de 2009, o assunto tomou corpo quando aqui no Ceará estiveram empresários de São Tomé e Príncipe, arquipélago africano. O negócio era grande e envolvia exportação de várias indústrias alimentícias do Ceará, visando o abastecimento das ilhas, através de recurso brasileiro.

A Ceará Trade Brasil, sócia CBP-CE, era a empresa que estava à frente da negociação e conta que a venda não se confirmou devido às condições logísticas inviáveis, com transit time muito longo, o que comprometia a carga de alimentos perecíveis. Deste tempo para cá, Roberto Marinho, presidente da Ceará Trade Brasil e secretário executivo da Comissão de Comércio Exterior do Ceará (CCE), conta que mobilizou várias instituições, encontrando eco no SEBRAE, FIEC, Câmara Brasil Portugal (da qual é Vice Presidente), Câmara Brasil Angola (onde ocupa a Presidência) e agora da CCE, que é composta de 14 entidades ligadas ao Comércio Exterior e Relações Internacionais.

Já em 2010 a ABASE – Associação Brasileira dos SEBRAE Estaduais - através do SEBRAE Ceará contratou à Ceará Trade Brasil um estudo sobre logística aérea e marítima dos portos e aeroportos do Nordeste para a Costa Oeste Africana e Moçambique. O estudo detalhou os gargalhos e apontou soluções, entre elas a transformação de Cabo Verde como HUB Brasileiro para África e uma rota marítima direta entre o Nordeste e os portos de Cabo Verde.

Todo esse esforço concentrado ganhou força quando em janeiro deste ano, foi viabilizada a assinatura de um acordo de cooperação entre os Portos de Cabo Verde através da ENAPOR, e o Porto do Mucuripe, através da Cia Docas do Ceará, sendo seguido por uma reunião em Cabo Verde com armadores, SEBRAE, CCE, Ceará Trade Brasil e empresários, onde foi apresentado o potencial das indústrias cearenses.

Acreditando no sucesso do intento e no início iminente da rota marítima direta, onde os custos de frete e o tempo de transporte serão reduzidos, refletindo em aumento da competitividade, a Ceará Trade Brasil decidiu abrir um entreposto comercial em Cabo Verde, que teve o início das atividades em março último e já é responsável pela inserção de dez marcas cearenses no mercado de Cabo Verde, com embarques aéreos regulares. Os produtos vão desde cosméticos naturais, calçados, moda praia, alimentos naturais, doces, polpas de frutas e impressos, até sistemas de gerenciamento de negócios e sites.

A Ceará Trade Brasil também está se firmando no mercado de Cabo Verde como indutora das exportações cearenses para aquele país, fechando diversas parcerias com indústrias locais e com importadores do país africano, bem como viabilizando a instalação de empreendimentos em Cabo Verde, com vistas ao atendimento aos blocos econômicos dos quais o país participa.

Vale ressaltar que de Cabo Verde já partem regularmente embarcações para diversos países africanos, como Senegal, Angola, São Tomé e Príncipe, Guiné Bissau, Mauritânia, entre outros. Com cobertura pelo acordo, os portos dispõem de áreas de armazenamento, câmaras frigoríficas, terminais de contêineres e as condições necessárias ao atendimento do mercado.

Roberto Marinho informa que está entabulando uma aproximação entre as Alfândegas do Brasil (Ceará) e de Cabo Verde, bem como do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros dos dois países, como forma de diminuir os erros e acelerar o processo.

Também está em curso uma estrutura logística para concentração das cargas e preparação para o embarque na nova rota, bem como detalhes operacionais. Em paralelo, a ação é conjunta com o fortalecimento do transporte de cargas aéreas, através de acordos comerciais com a TACV - Cabo Verde Airlines.

Serviço: Café da manhã com negócios e o tema “Canal Aberto – Cabo Verde como HUB para a África”. Dia 10 de agosto, de 8h às 11h, na cobertura da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) (Av. Barão de Studart, 1980 – edifício Casa da Indústria Fiec). Para convidados. Informações: (55 85) 3261.7423

Redação: Verônica Rodrigues, com informações de Roberto Marinho, presidente da Ceará Trade Brasil Jornalista Responsável: Karol Ximenes Caramelo Comunicação (55 85) 3244.6728

Fonte: CBP-CE em 01.08.12

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

"Canal Aberto – Cabo verde como hub para a África”


O restabelecimento da Rota Ceará Cabo Verde e a logística portuária estarão em debate no evento de negócios que será realizado no próximo dia 10 de Agosto, às 8h, durante um café da manhã na cobertura da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).
Sob o tema “Canal Aberto – Cabo verde como hub para a África” o evento tem como objetivo apresentar as oportunidades de negócios em torno dos blocos econômicos da África e o potencial de exportação dos produtos do Nordeste do Brasil para o continente africano. Na ocasião será apresentado o documento da Associação de Armadores de Cabo Verde com as condicionantes para o início da rota direta.
“A aproximação entre Ceará e Cabo Verde é uma decisão estratégica”, explica Roberto Marinho, Secretário Executivo da Comissão de Comércio Exterior do Ceará, ressaltando “a importância das oportunidades de negócios existentes em torno dos blocos econômicos da África, bem como o relacionamento destes com os demais blocos econômicos nos diversos continentes”.

A importância da Comissão de Comércio do Exterior para o Ceará, a atualização das tratativas em torno do restabelecimento da rota marítima Ceará-Cabo Verde e o acordo firmado com a Associação dos Armadores de Cabo Verde serão apresentados por renomados especialistas num debate para o qual são esperados cerca de 100 participantes entre empresários, gestores, autoridades e interessados nas Relações Internacionais do Estado do Ceará.

Esse evento é uma realização conjunta da Comissão de Comércio Exterior; da Câmara Brasil Portugal no Ceará, da Câmara Brasil Angola no Ceará; e conta com o apoio do Centro Internacional de Negócios, da Federação das Indústrias do Estado do Ceará, da Confederação Nacional da Indústria, e da APEX Brasil.
A Comissão de Comércio Exterior do Ceará é integrada pelas seguintes instituições: Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (ADECE), Associação dos Prefeitos do Estado do Ceará (APRECE), Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Câmara Brasil Angola no Ceará, Câmara Brasil Portugal no Ceará, Correios, Federação da Agricultura do Estado do Ceará (FAEC), Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), SEBRAE, Governo do Estado do Ceará, Instituto Agropolos, Núcleo de Tecnologia do Estado do Ceará, e Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social. O patrocínio é da Termaco Logística.

Para mais informações e inscrições – que são gratuitas –
contatar através do e-mail
secretariace@brasilportugal.org.br/ce
e do telefone (85)3261-7423.
Fonte: CBP-CE em 25.07.12